Controle as finanças de um jeito simples e mantenha o foco no jornalismo freelance


Um dos grandes obstáculos para quem está tentando entrar no mundo do jornalismo freelance é o controle das finanças. Trata-se de algo que um jornalista com carteira assinada não precisa se preocupar (de maneira empresarial) uma vez que a organização onde ele trabalha possui um departamento só para isso.

Se você é estudante e pretende trabalhar com jornalismo freelance no futuro, procure aprender desde cedo a controlar suas finanças. Foto: indicavenda.com.br

Se você é estudante e pretende trabalhar com jornalismo freelance no futuro, procure aprender desde cedo a controlar suas finanças. Foto: indicavenda.com.br

Mas um jornalista independente precisa aprender a controlar e planejar tudo, principalmente o dinheiro, porque o jornalista freelance é a empresa.

E quando existe bagunça no controle financeiro o jornalista iniciante pode acabar perdendo o foco no essencial, isto é, no perfeito desenvolvimento do trabalho para os seus clientes.

Além disso, o controle das finanças pode funcionar como um meio de evitar desperdícios e para a simples verificação dos caminhos para os quais os recursos estão sendo escoados.

Pensando nisso, decidi experimentar um programinha simples: o Spesa, que apresento no tutorial a seguir. Leia mais deste post

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Como organizar um arquivo de pautas para uso em jornalismo freelance


A dica deste post diz respeito a uma coisa muito básica para quem quer trabalhar com jornalismo freelance: A organização de pautas. Esta dica é endereçada aos estudantes de jornalismo do primeiro semestre ou aqueles que estão pensando em ingressar na faculdade de jornalismo.

No entanto, as informações apresentadas aqui não são para os gênios que conseguiram entrar na USP ou em Harvard, mas sim, para os heróis que vão estudar ou já estudam nas “UniSant’Annas”, nas “UniMarcos” e nas “UniNoves” da vida. Digo heróis porque a maioria desses estudantes terão que conciliar um trabalho que não tem nada a ver com jornalismo, à vida pessoal, à faculdade e às reuniões nas associações que lhes dão direito a um desconto de aproximadamente R$ 300,00 na mensalidade.

Estudantes de jornalismo que estudam em centros universitários particulares participam de reuniões em associações como a ATST (foto) - juntamente com estudantes de outras profissões - para conseguir um desconto. A maioria desses estudantes de jornalismo não atua na área de jornalismo. Foto: educarparavida.com.br
Estudantes de jornalismo que estudam em centros universitários particulares participam de reuniões em associações como a ATST (foto) – juntamente com estudantes de outras profissões – para conseguir um desconto. A maioria desses estudantes de jornalismo não atua na área de jornalismo. Foto: educarparavida.com.br

Logo, uma hora ou outra, os estudantes que trabalham na linha de produção de fábricas, os que atuam como atendentes em telemarketing e os que estão empregados nos mais diversos escritórios ou tipos de trabalho e, ao mesmo tempo, matriculados no curso de jornalismo em um centro universitário particular, terão que resolver um dilema:

  1. Escolher continuar no emprego atual;
  2. Escolher atuar na área de jornalismo.

Considerando que o total a ser pago num curso de jornalismo pode chegar a R$ 20 mil (levando em conta o desconto fornecido a quem participa de alguma associação como a Associação dos Trabalhadores Sem Terra, ATST) é bem lógico que todos os estudantes queiram fazer logo a mudança da opção 1 para a opção 2 citadas acima.

A primeira alternativa de mudança é o estágio. Estágios na área de comunicação costumam pagar algo em torno de R$ 600,00. A outra alternativa é ingressar no jornalismo freelance e, para isso, é preciso aprender a fornecer pautas para os veículos de comunicação. E para acostumar-se a essa rotina, um dos caminhos é a organização de um arquivo de pautas.

Como organizar um arquivo de pautas Leia mais deste post

Escolha um “escritório” com internet gratuita, em qualquer lugar do mundo, para exercer o jornalismo freelance


Se tem uma coisa que os praticantes do jornalismo freelance não gostam é de lugares fechados, de onde eles não podem ver o mundo. Um jornalista freelance gosta mesmo é de pessoas, de liberdade, de ambientes reais de onde ele possa captar alguma ideia para criar um livro, uma grande-reportagem ou um trabalho de fotojornalismo, por exemplo.

Escritórios podem ser elegantes, mas quem trabalha com jornalismo freelance gosta mesmo é de ar livre, de onde seja possível tirar bons assuntos para escrever ou fotografar. Na imagem, protesto contra a não exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalismo. Foto: Naldo Gomes

Escritórios podem ser elegantes, mas quem trabalha com jornalismo freelance gosta mesmo é de ar livre, de onde seja possível tirar bons assuntos para escrever ou fotografar. Na imagem, protesto contra a não exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalismo. Foto: Naldo Gomes

E, pensando em reduzir os custos operacionais do jornalista freelence, quero apresentar um localizador de internet grátis (Wi-Fi):

  • JiWire Global Wi-Fi Finder

Este aplicativo é capaz de encontrar mais de 300 mil pontos de acesso wi-fi gratuitos e pagos à internet em mais de 140 países. É claro que nós iremos nos concetrar nos gratuitos, não é mesmo :-)?

Vamos fazer isso de um jeito divertido, com uma missão, uma pauta fictícia:

Pauta:

Ouvimos no rádio que está havendo um passeata envolvendo mais de um milhão de pessoas em favor da não mais utilização de notas fiscais para trabalhos autorias de jornalistas (Seria uma maravilha se isso ocorresse de verdade).

Rapidamente, pegamos nossa câmera fotográfica, o notebook e vamos direto para o Anhangabaú, onde ocorre a manifestação.

Nosso trabalho será fotografar e produzir notícias instantâneas para um blog e oferecer textos, fotos e vídeos a veículos de comunicação variados.

Antes de sairmos de casa, porém, é necessário procurar no JiWire os pontos de acesso à internet gratuitos e disponíveis no local. Como fazer isso? Siga essas instruções:

  • Digite Jiwire.com no seu navegador;
  • Em seguida, clique em “Global Wi-Fi Finder“, como indicado pela seta vermelha: Leia mais deste post

A “jornada do herói” como ferramenta para jornalistas


Muito bem, amigo e amiga, estudante de jornalismo e jornalista freelance, pegue papel e caneta, vamos estudar um pouco mais a jornada do herói. 

Se você ainda não leu os demais posts referentes a este assunto, saiba que: 

• As análises de histórias realizadas nesse blog são construídas com base no livro “Jornada do Herói – A estrutura narrativa mítica na construção de histórias de vida em jornalismo”, da professora Mônica Martinez que, por sua vez, inspirou-se – entre outras fontes – nos estudos do mitólogo norte-americano, Joseph Campbell. Para ler a resenha deste livro, clique aqui

• Para ler uma análise da história de Jesus, clique aqui

• Para baixar a régua mitológica com o passo-a-passo da jornada do herói, clique aqui

 

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AMYR KLINK – MAR SEM FIM 

  

Uma volta ao mundo pelo mar sem fim

O mar sem fim. Fonte: http://mapas.geographicguide.net

Desta vez, vamos analisar uma história do navegador brasileiro, Amyr Khan Klink que, em 1999, concluiu uma volta ao mundo em latitudes altas. A história dessa façanha é contada no documentário “Amyr Klink – Mar Sem Fim”, do diretor Breno Silveira, lançado no mercado em formato DVD pela revista Viagem, da Editora Abril. 

Ao longo da análise, tente concluir as propostas de exercício. 

O conteúdo entre os sinais [ e ] se refere à notas do autor desse blog.

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Astronomia para jornalistas


Por que um jornalista freelance precisa saber astronomia? Simples: Porque um jornalista é, antes de tudo, um generalista.

Logo, preparei este tutorial onde apresento nada menos que o Stellarium, um impressionante software de astronomia que, por sinal, é gratuito do início ao fim. Para baixá-lo, clique aqui e siga as instruções.

 

Tela 1: Depois de instalar, inicie o programa clicando no ícone correspondente na área de trabalho. A tela de ilustração vai surgir enquanto o Stellarium carrega os pacotes com milhões e milhões de estrelas, planetas e galáxias.

Tela 2: Passe o mouse sobre a lateral esquerda e uma barra de ferramentas surgirá. Pressione o primeiro botão e você verá a tela de localização. Aqui você configurará a sua exata posição geográfica. Procure pela sua cidade ou marque a latitude e a longitude de onde você se encontra agora.

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Como escrever uma história coerente utilizando a jornada do herói


A jornada do herói é uma estrutura mítica descoberta pelo mitólogo norte-americano Joseph Campbell. Inicialmente com 17 etapas, foi adaptada ao cinema por Christopher Vogler, que a reduziu para 12 fases. Os 12 passos desse tutorial, da maneira como estão posicionados na régua ao lado, foram encontrados no livro da jornalista Monica Martinez: “Jornada do Herói – A estrutura narrativa mítica na construção de histórias de vida em jornalismo”, que é uma das fontes para esse texto.

Para baixar a régua mitológica, clique aqui.

Para ler a resenha do livro de Monica Martinez, clique aqui.

Leia, ainda, o post: “A jornada do herói como ferramenta para jornalistas” e veja uma análise mitológica de uma viagem do navegador brasileiro, Amyr Klink.

Campbell descobriu esse padrão nas entrelinhas dos mitos e histórias de diversas religiões do mundo. Não se trata, contudo, de uma estrutura fixa e serve apenas como uma referência, de modo que alguns passos podem acontecer antes dos outros. É o que veremos ao analisar uma das histórias mais famosas de todos os tempos, a vida de Jesus Cristo.

Antes, vamos refletir sobre o que é o mito. Para muitas pessoas, eles não passam de histórias da fantasia humana. Mas essa ideia cai por terra quando percebemos que as etapas da jornada do herói acontecem com frequência na nossa própria vida. Além disso, muitas das passagens bíblicas da vida de Jesus podem ser confirmadas historicamente.

Agora, vamos aprender como construir uma história no molde mitológico. Pegue um pedaço de papel e uma caneta e, ao ler o passo-a-passo, tente produzir uma estrutura para uma história inventada ou uma que tenha realmente acontecido:

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