10 livros sobre Jornalismo para download


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Aprenda mais sobre Jornalismo. Baixe dez livros sobre essa profissão a partir dos links em azul no decorrer desse post

Aprenda mais sobre Jornalismo. Baixe dez livros sobre essa profissão a partir dos links em azul no decorrer desse post

Há centenas de livros sobre Jornalismo para download na Web e, por isso, resolvi fazer uma coletânea de dez deles e disponibilizar seus links aqui no blog Jornalismo Freelance. Todos esses e-books estão em arquivo PDF e basta clicar nos links em azul para baixá-los. Confira: Leia mais deste post

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Enquete: o que é Jornalismo, afinal?


O que é Jornalismo, afinal? Seria uma ciência, uma arte, ou seria uma profissão equivalente à do cozinheiro, tal como comparou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ao defender a não obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo [leia a frase de Mendes, no destaque abaixo]:

Gilmar Mendes compara jornalistas a cozinheiros

Gilmar Mendes compara jornalistas a cozinheiros

A fim de descobrir qual é a opinião dominante sobre esse assunto, o blog Jornalismo Freelance lança uma enquete  com o pensamento de 10 personalidades [leia as opiniões de cada uma delas e vote no box abaixo]. São elas: Leia mais deste post

10 dicas para quem quer trabalhar com jornalismo freelance


Você é estudante e está pensando em trabalhar com jornalismo freelance? Por que não começar agora? Observe essas dicas:

Levante hipóteses

Levante hipóteses

  1. Pauta: a primeira preocupação que um estudante deve ter – se pretende trabalhar com jornalismo freelance – é conseguir pautas. Ele deve escolher as editorias com as quais tem mais afinidade e, em cada uma delas, encontrar boas hipóteses. Se a editoria é “Saúde”, por exemplo, seria uma boa ideia levantar hipóteses sobre doenças provocadas pela nanotecnologia, pois trata-se de um assunto relativamente novo e pouco abordado. Muitos estudantes de jornalismo ficam sonhando em ter um escritório, fazem planos, colocam outras coisas no topo da lista, quando o que deveria estar lá é, única e simplesmente, a pauta. Sem ela não haverá trabalho a fazer; Leia mais deste post

Gráficos do Google Insights mostram diminuição da procura por cursos de jornalismo


O Google Insights é uma ferramenta que calcula quantas vezes uma determinada palavra-chave foi inserida no motor de busca do Google. Os resultados fornecem dados que demonstram a tendência de procura na web por determinados termos no decorrer do tempo. Essas tendências virtuais podem coincidir com dados da vida real.

Para entender melhor como isso funciona – antes de refletir sobre a diminuição da procura pelos cursos de jornalismo – observe o gráfico abaixo. Ele representa as buscas pela palavra-chave “dengue”, de 2004 até 2011, com previsão (linha pontilhada) para 2012:

Gráfico do Google Insights para a palavra-chave "dengue"
Gráfico do Google Insights para a palavra-chave “dengue”

A título de comparação – para comprovar minha tese de que esses dados podem bater com os dados da vida real – vamos utilizar um gráfico de uma outra ferramenta do Google. O Google Trends Dengue:

Gráfico do Google Trends Dengue
Gráfico do Google Trends Dengue

Observe como os picos das linhas em azul do gráfico do Google Insights e do Google Trends Dengue são semelhantes. E observe também que, a linha cor de laranja representa os dados da vida real sobre a dengue, fornecidos pelo Ministério da Saúde.

Isso faz do Google Insights uma ferramenta muito interessante para a análise de tendências não apenas virtuais, mas reais. Apesar de o aplicativo não conseguir gerar gráficos para termos com poucas buscas como, por exemplo, as palavras-chave “jornalismo freelance” que dão título a esse blog, é possível gerar gráficos, bem como levantar informações regionais compatíveis com informações levantadas por instituições idôneas, como é o caso do Ministério da Saúde.

A diminuição das buscas pelos cursos de jornalismo Leia mais deste post

10 vantagens de se aderir aos serviços do jornalismo freelance


Há muitas vantagens em aderir aos serviços prestados pelo, vamos dizer, “setor” de jornalismo freelance. Um desses benefícios é a possibilidade de negociação de uma determinada tarefa. Nesse sentido, existe uma incrível liberdade para a troca de ideias, para a realização de trabalhos que quebram as regras dos manuais, para fazer coisas impossíveis de serem feitas em redações comuns.

A maior polêmica no jornalismo freelance é que a prática traz muitas vantagens para quem contrata e nem tantas para o contratado. Foto: Fotocromo

A maior polêmica no jornalismo freelance é que a prática traz muitas vantagens para quem contrata e nem tantas para o contratado. Foto: Fotocromo

Essa possibilidade de negociação pode trazer benefícios principalmente para o contratante. Mais adiante falaremos disso. Por enquanto, vamos dar uma espiada nos tipos de serviços concedidos pelo jornalismo freelance. Veja, a seguir, uma lista de tarefas que um jornalista freelance pode realizar por você ou pela sua empresa:

  • Cobertura em evento;
  • Produção de release e clipping;
  • Sugestão de pauta e produção de notícia;
  • Produção de reportagem curta e grande reportagem;
  • Produção de livro (“Escritor Fantasma” ou “Ghost Writer”);
  • Produção de apostila;
  • Produção de resenha;
  • Diagramação de revista;
  • Diagramação de livro;
  • Saída fotográfica;
  • Decupagem ou transcrição de arquivo de áudio e vídeo;
  • Boletim informativo;
  • Produção de revista segmentada;
  • Projeto editorial;
  • Produção de jornal segmentado;
  • Texto para publicação na internet;
  • Diagramação de folder, folheto e panfleto;
  • Produção de blog;
  • Aplicação de curso de diagramação;
  • Aplicação de curso de produção de livro;
  • Aplicação de curso de jornalismo na internet;
  • Aplicação de qualquer curso relacionado à área de jornalismo.

Esta pequena relação dá uma dimensão do tamanho da área de atuação de um jornalista freelance. Contudo, para quem ele trabalha? Quem são seus clientes? Vejamos: Leia mais deste post

Após 119 anos de existência, Jornal do Brasil deixa de ser impresso


Fundado em 1891, o Jornal do Brasil (JB) é um dos mais antigos periódicos nacionais. Durante muito tempo foi trabalho e escola para inúmeros jornalistas, diagramadores e fotojornalistas, sem falar nos prestadores de serviços autônomos, nos profissionais do jornalismo freelance e terceirizados.

O JB será 100% digital a partir de setembro de 2010. Mas em seus 119 anos na versão impressa foi local de trabalho e de estudo de centenas de jornalistas, fotojornalistas e diagramadores, além de profissionais autônomos como os que se dedicam ao jornalismo freelance. Foto: oglobo.globo.com
O JB será 100% digital a partir de setembro de 2010. Mas em seus 119 anos na versão impressa foi local de trabalho e de estudo de centenas de jornalistas, fotojornalistas e diagramadores, além de profissionais autônomos como os que se dedicam ao jornalismo freelance. Foto: oglobo.globo.com

O JB foi, também, pioneiro em, pelo menos, três fatores:

  1. Interior das páginas: primeiro a eliminar os fios que separavam as colunas;
  2. Internacional: participação de correspondentes estrangeiros;
  3. Internet: primeiro jornal brasileiro a se tornar online.

Mas a partir do dia 1º de setembro de 2010, o JB deixará de circular em sua versão impressa. Dessa forma, o jornal assume, mais uma vez, uma posição vanguardista ao se tornar o primeiro 100% digital do Brasil.

Controvérsias

Alguns jornalistas que trabalharam no JB não se conformam com aquilo que denominam a “decadência” e com a alegação de que o periódico está inovando ao eliminar a versão impressa para trabalhar apenas com a versão digital. Leia abaixo algumas dessas opiniões controversas, publicada na revista “Negócios da Comunicação”, na reportagem intitulada “O triste fim de um centenário”  que colocam a culpa na má administração:

“O JB entrou em coma ainda com Nascimento Brito, na direção administrativa como representante de sua mulher, Leda, proprietária da empresa e co-responsável pela decadência do jornal.”

Jânio de Freitas, ex-editor geral.

“Em 1986, assumi a sucursal de São Paulo. Os problemas financeiros já eram conhecidos. Entretanto, não admitiam que não havia dinheiro para renovar o aluguel de meio andar na avenida Paulista. Qual foi a solução? Alugar um andar inteiro, claro, na avenida Paulista.”
 
Augusto Nunes, ex-chefe da sucursal em São Paulo, identificando a má administração nos gastos excessivos.

“Nenhum jornal morre de uma hora para outra. Infelizmente não foi nenhuma surpresa, a situação era muito difícil e mais do que cantada.”

Ricardo Noblat, ex-chefe da sucursal em Brasília.

O principal argumento do JB é o vanguardismo

No dia 22 de agosto de 2010, o JB se defendeu dessas e de outras críticas ao divulgar uma lista com 50 tópicos que explicam os motivos da posição tomada pelo dono do jornal, Nelson Tanure. A seguir, você poderá ler a síntese desses argumentos:

  • Vanguardismo: primeiro jornal 100% digital do Brasil;
  • Pesquisas: o JB convidou leitores para opinarem sobre as plataformas digitais e obteve um retorno positivo com relação à mudança;
  • Sustentabilidade: a impressão do jornal causa um enorme impacto ecológico e econômico por conta da utilização da celulose;
  • Futuro: os leitores de amanhã são leitores digitais;

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