Melhores posts do blog Jornalismo Freelance em dois anos de atividade


Hoje, esse blog completa dois anos de atividade. Ele nasceu como uma ferramenta de publicação de textos acadêmicos provenientes do curso de Jornalismo da UniSant’Anna. Atualmente, segue com a mesma função. Isto é, ainda é um blog de um estudante, de um aprendiz.
Blog Jonalismo Freelance completa dois anos

Blog Jonalismo Freelance completa dois anos

Nomeei o blog com o título Jornalismo Freelance por achar que ele poderia servir como um portfólio ou porta de entrada para a profissão. Talvez tenha dado certo. Fiz alguns freelas nesse tempo, mas não sei se os editores levaram em conta as atividades acadêmicas que posto aqui. Não consegui mensurar isso. Leia mais deste post

Três referências em jornalismo freelance


Estive lendo alguns textos do escritor e mestre do empreendedorismo brasileiro, Fernando Dolabela, e tive a ideia de produzir esse post que você está lendo agora quando Dolabela comentou que todo empreendedor tem suas referências.

Da esquerda para a direita, os jornalistas Maurício Oliveira, Juliana Cunha e João Marcos Rainho, boas referências em jornalismo freelance

Da esquerda para a direita, os jornalistas Maurício Oliveira, Juliana Cunha e João Marcos Rainho, boas referências em jornalismo freelance

Apesar de eu não ser um empreendedor nato, mas apenas um estudante buscando um caminho dentro do jornalismo, tenho uma pequena lista de referências de jornalistas empreendedores. Ela é constituída por pessoas – cada uma no seu estilo – que disseram coisas indispensáveis para quem quer encontrar um rumo trabalhando com jornalismo freelance. Confira:

Referência 1: Juliana Cunha Leia mais deste post

Entenda por que estamos consumindo tanto e como isso afeta o Planeta Terra


A hipnose do consumo tem nos levado a um círculo vicioso: trabalhamos durante o dia, vemos publicidade durante a noite, compramos nos finais de semana. Voltamos a trabalhar, ver publicidade, comprar e, assim sucessivamente. O consumo tem se tornado a essência de nossas vidas. Vivemos e existimos para comprar, conforme indicam os documentos citados nesse artigo. Foto: corposaun.com

A hipnose do consumo tem nos levado a um círculo vicioso: trabalhamos durante o dia, vemos publicidade durante a noite, compramos nos finais de semana. Voltamos a trabalhar, ver publicidade, comprar e, assim sucessivamente. O consumo tem se tornado a essência de nossas vidas. Vivemos e existimos para comprar, conforme indicam os documentos citados nesse artigo. Foto: corposaun.com

Os 6,9 bilhões de cidadãos do mundo estão, quase todos, presos à hipnose do consumismo, cuja essência é, fazer com que a vida se resuma ao ato de comprar com a finalidade de movimentar a economia.

Um relatório da ONG “Instituto Akatu” intitulado “Estado do Mundo 2010 – Transformando Culturas, do Consumismo à Sustentabilidade“, referência mundial em ambientalismo, divulgado em 30 de junho de 2010, indica que:

  • O consumo cresceu seis vezes nas últimas cinco décadas;
  • Estamos consumindo 30% a mais do que o Planeta Terra pode nos oferecer. Em outras palavras, estamos entrando no cheque especial dos recursos naturais;
  • Mais do que nunca, estamos encarando as compras como atividade de lazer, como uma brincadeira ou como um ritual que nos satisfaz espiritualmente.

 

Outras ONGs já haviam tornado públicas estatísticas parecidas. Como exemplo, no artigo “A medida de todas as coisas” publicado nesse blog no dia 20 de novembro de 2009, foi divulgado que a ONG Global Footprint Network indicava que estávamos utilizando recursos ecológicos extras, num valor que representava 40% a mais do que o ambiente poderia nos oferecer.

Mas o fato é que, quanto mais consumimos, mais recursos naturais extraímos da natureza. O problema é que os recursos naturais não são infinitos. Ainda assim, a economia capitalista alimenta o consumismo com conceitos nada ecológicos. Por exemplo, veja abaixo o clip “3ª do Plural” da banda Engenheiros do Hawaii que fala sobre consumo e cuja letra diz:

“Obsolescência programada, eles ganham a corrida, antes mesmo da largada”

O termo “obsolescência programada” é um conceito que quer dizer que os produtos são feitos para ficarem inúteis o mais rápido possível e assim, gerarem mais compras.

Mas por que estamos consumindo tanto?

O filme que mostro abaixo tem algumas respostas para essa pergunta:

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O novo jornalismo e o jornalismo freelance


Com o esvaziamento das redações, o jornalismo freelance surge como opção para estudantes das novas gerações
O novo jornalismo e o jornalismo freelance

O novo jornalismo e o jornalismo freelance

As redações estão ficando cada vez mais enxutas e o jornalismo impresso está com os dias contados. A base para essa afirmação são as diversas estatísticas publicadas por várias mídias, de 2009 para cá.

De acordo com o texto “Esplendor e miséria do jornalismo na era digital”, por exemplo, redigido pela jornalista Marie Bénilde e publicado pelo Le Monde Diplomatique Brasil, os postos de trabalho na área de comunicação estão declinando. “No final de 2009, na França, mais de 2.300 postos de trabalho haviam sido suprimidos na área”, diz.

Ainda segundo Marie, 24.500 jornalistas perderam seu emprego nos Estados Unidos no mesmo ano de 2009. Ela cita a empresa de consultoria empresarial Bain & Company que diz que, em dez anos a internet aumentou de 4% para 22% a sua participação nos faturamentos das indústrias culturais no mundo. Em contrapartida, o faturamento das mídias  impressas declinou de 40% para 14% na mesma época.

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A medida de todas as coisas


O Planeta saturou. Quatro dias depois do dia da árvore, a humanidade passou a consumir 40% a mais do que o ambiente pode oferecer. Isso significa que, desde 25 de setembro de 2009, nós estamos usando serviços ecológicos extras e que é preciso 1,4 Terras ao ano para suportar o nosso estilo de vida. O cálculo foi feito pela Global Footprint Network e demonstra o impacto que os avanços tecnológicos do século 20 estão provocando no ambiente.

Esse desrespeito à natureza provém da fome insaciável do homem pelo poder e é só por meio da tecnologia que ele pode se tornar um micro deus. Isso foi demonstrado no curso das duas grandes guerras mundiais. Mas o que se vê hoje é que o desenvolvimento de uma nova tecnologia pela ciência está orientado para o mercado. Então, tudo o que é inventado é para ser vendido e nesse sentido Deus é o lucro.

O resultado é uma economia movimentada, aliada a uma superpopulação que consome e polui de maneira voraz a natureza. As invenções do automóvel, das máquinas, das vacinas, de medicamentos avançados, etc., contribuíram para uma melhoria momentânea, mas agora, essas tecnologias se voltam contra nós de uma maneira que pouca gente no início do século XX imaginou.

Em 1854, o Chefe Seattle enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce (que fizera uma oferta por uma grande área do território indígena) demonstrando a importância da natureza para o bem de todos. “Cada parte da Terra é sagrada para o meu povo”, diz num trecho. Porém, nem Pierce e nem os presidentes que vieram depois dele levaram a sério as recomendações do longo comunicado desse chefe indígena que insistia em dizer que: “há uma ligação em tudo”. Parece que o homem humanista e iluminista é também, individualista demais para entender isso.

Contudo, diante de todos os problemas climáticos e da finitude dos recursos naturais é urgente reconhecer esse Planeta como sagrado. Mas para fazê-lo é necessário se curvar diante do mistério de que o homem não é o centro de tudo e nem a medida de todas as coisas.

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