Escolha um “escritório” com internet gratuita, em qualquer lugar do mundo, para exercer o jornalismo freelance


Se tem uma coisa que os praticantes do jornalismo freelance não gostam é de lugares fechados, de onde eles não podem ver o mundo. Um jornalista freelance gosta mesmo é de pessoas, de liberdade, de ambientes reais de onde ele possa captar alguma ideia para criar um livro, uma grande-reportagem ou um trabalho de fotojornalismo, por exemplo.

Escritórios podem ser elegantes, mas quem trabalha com jornalismo freelance gosta mesmo é de ar livre, de onde seja possível tirar bons assuntos para escrever ou fotografar. Na imagem, protesto contra a não exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalismo. Foto: Naldo Gomes

Escritórios podem ser elegantes, mas quem trabalha com jornalismo freelance gosta mesmo é de ar livre, de onde seja possível tirar bons assuntos para escrever ou fotografar. Na imagem, protesto contra a não exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalismo. Foto: Naldo Gomes

E, pensando em reduzir os custos operacionais do jornalista freelence, quero apresentar um localizador de internet grátis (Wi-Fi):

  • JiWire Global Wi-Fi Finder

Este aplicativo é capaz de encontrar mais de 300 mil pontos de acesso wi-fi gratuitos e pagos à internet em mais de 140 países. É claro que nós iremos nos concetrar nos gratuitos, não é mesmo :-)?

Vamos fazer isso de um jeito divertido, com uma missão, uma pauta fictícia:

Pauta:

Ouvimos no rádio que está havendo um passeata envolvendo mais de um milhão de pessoas em favor da não mais utilização de notas fiscais para trabalhos autorias de jornalistas (Seria uma maravilha se isso ocorresse de verdade).

Rapidamente, pegamos nossa câmera fotográfica, o notebook e vamos direto para o Anhangabaú, onde ocorre a manifestação.

Nosso trabalho será fotografar e produzir notícias instantâneas para um blog e oferecer textos, fotos e vídeos a veículos de comunicação variados.

Antes de sairmos de casa, porém, é necessário procurar no JiWire os pontos de acesso à internet gratuitos e disponíveis no local. Como fazer isso? Siga essas instruções:

  • Digite Jiwire.com no seu navegador;
  • Em seguida, clique em “Global Wi-Fi Finder“, como indicado pela seta vermelha: Leia mais deste post
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Após 119 anos de existência, Jornal do Brasil deixa de ser impresso


Fundado em 1891, o Jornal do Brasil (JB) é um dos mais antigos periódicos nacionais. Durante muito tempo foi trabalho e escola para inúmeros jornalistas, diagramadores e fotojornalistas, sem falar nos prestadores de serviços autônomos, nos profissionais do jornalismo freelance e terceirizados.

O JB será 100% digital a partir de setembro de 2010. Mas em seus 119 anos na versão impressa foi local de trabalho e de estudo de centenas de jornalistas, fotojornalistas e diagramadores, além de profissionais autônomos como os que se dedicam ao jornalismo freelance. Foto: oglobo.globo.com
O JB será 100% digital a partir de setembro de 2010. Mas em seus 119 anos na versão impressa foi local de trabalho e de estudo de centenas de jornalistas, fotojornalistas e diagramadores, além de profissionais autônomos como os que se dedicam ao jornalismo freelance. Foto: oglobo.globo.com

O JB foi, também, pioneiro em, pelo menos, três fatores:

  1. Interior das páginas: primeiro a eliminar os fios que separavam as colunas;
  2. Internacional: participação de correspondentes estrangeiros;
  3. Internet: primeiro jornal brasileiro a se tornar online.

Mas a partir do dia 1º de setembro de 2010, o JB deixará de circular em sua versão impressa. Dessa forma, o jornal assume, mais uma vez, uma posição vanguardista ao se tornar o primeiro 100% digital do Brasil.

Controvérsias

Alguns jornalistas que trabalharam no JB não se conformam com aquilo que denominam a “decadência” e com a alegação de que o periódico está inovando ao eliminar a versão impressa para trabalhar apenas com a versão digital. Leia abaixo algumas dessas opiniões controversas, publicada na revista “Negócios da Comunicação”, na reportagem intitulada “O triste fim de um centenário”  que colocam a culpa na má administração:

“O JB entrou em coma ainda com Nascimento Brito, na direção administrativa como representante de sua mulher, Leda, proprietária da empresa e co-responsável pela decadência do jornal.”

Jânio de Freitas, ex-editor geral.

“Em 1986, assumi a sucursal de São Paulo. Os problemas financeiros já eram conhecidos. Entretanto, não admitiam que não havia dinheiro para renovar o aluguel de meio andar na avenida Paulista. Qual foi a solução? Alugar um andar inteiro, claro, na avenida Paulista.”
 
Augusto Nunes, ex-chefe da sucursal em São Paulo, identificando a má administração nos gastos excessivos.

“Nenhum jornal morre de uma hora para outra. Infelizmente não foi nenhuma surpresa, a situação era muito difícil e mais do que cantada.”

Ricardo Noblat, ex-chefe da sucursal em Brasília.

O principal argumento do JB é o vanguardismo

No dia 22 de agosto de 2010, o JB se defendeu dessas e de outras críticas ao divulgar uma lista com 50 tópicos que explicam os motivos da posição tomada pelo dono do jornal, Nelson Tanure. A seguir, você poderá ler a síntese desses argumentos:

  • Vanguardismo: primeiro jornal 100% digital do Brasil;
  • Pesquisas: o JB convidou leitores para opinarem sobre as plataformas digitais e obteve um retorno positivo com relação à mudança;
  • Sustentabilidade: a impressão do jornal causa um enorme impacto ecológico e econômico por conta da utilização da celulose;
  • Futuro: os leitores de amanhã são leitores digitais;

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Entenda por que estamos consumindo tanto e como isso afeta o Planeta Terra


A hipnose do consumo tem nos levado a um círculo vicioso: trabalhamos durante o dia, vemos publicidade durante a noite, compramos nos finais de semana. Voltamos a trabalhar, ver publicidade, comprar e, assim sucessivamente. O consumo tem se tornado a essência de nossas vidas. Vivemos e existimos para comprar, conforme indicam os documentos citados nesse artigo. Foto: corposaun.com

A hipnose do consumo tem nos levado a um círculo vicioso: trabalhamos durante o dia, vemos publicidade durante a noite, compramos nos finais de semana. Voltamos a trabalhar, ver publicidade, comprar e, assim sucessivamente. O consumo tem se tornado a essência de nossas vidas. Vivemos e existimos para comprar, conforme indicam os documentos citados nesse artigo. Foto: corposaun.com

Os 6,9 bilhões de cidadãos do mundo estão, quase todos, presos à hipnose do consumismo, cuja essência é, fazer com que a vida se resuma ao ato de comprar com a finalidade de movimentar a economia.

Um relatório da ONG “Instituto Akatu” intitulado “Estado do Mundo 2010 – Transformando Culturas, do Consumismo à Sustentabilidade“, referência mundial em ambientalismo, divulgado em 30 de junho de 2010, indica que:

  • O consumo cresceu seis vezes nas últimas cinco décadas;
  • Estamos consumindo 30% a mais do que o Planeta Terra pode nos oferecer. Em outras palavras, estamos entrando no cheque especial dos recursos naturais;
  • Mais do que nunca, estamos encarando as compras como atividade de lazer, como uma brincadeira ou como um ritual que nos satisfaz espiritualmente.

 

Outras ONGs já haviam tornado públicas estatísticas parecidas. Como exemplo, no artigo “A medida de todas as coisas” publicado nesse blog no dia 20 de novembro de 2009, foi divulgado que a ONG Global Footprint Network indicava que estávamos utilizando recursos ecológicos extras, num valor que representava 40% a mais do que o ambiente poderia nos oferecer.

Mas o fato é que, quanto mais consumimos, mais recursos naturais extraímos da natureza. O problema é que os recursos naturais não são infinitos. Ainda assim, a economia capitalista alimenta o consumismo com conceitos nada ecológicos. Por exemplo, veja abaixo o clip “3ª do Plural” da banda Engenheiros do Hawaii que fala sobre consumo e cuja letra diz:

“Obsolescência programada, eles ganham a corrida, antes mesmo da largada”

O termo “obsolescência programada” é um conceito que quer dizer que os produtos são feitos para ficarem inúteis o mais rápido possível e assim, gerarem mais compras.

Mas por que estamos consumindo tanto?

O filme que mostro abaixo tem algumas respostas para essa pergunta:

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Como publicar um livro sem complicações e sem gastar nada


Publicar um livro, até bem pouco tempo atrás, era uma tarefa para poucos. Havia a necessidade de enviar os originais para avaliação de uma editora qualquer e esse processo de avaliação poderia durar meses.

Um escritor que quisesse publicar um livro sobre jornalismo freelance, por exemplo, enfrentaria, no mínimo, mais três tipos de obstáculos:

  1. Falta de retorno das editoras;
  2. Contratos obscuros;
  3. Burocracia.

Resumindo, era mais fácil acertar a mega-sena. Mas agora, isso mudou :-).

Dê uma olhadinha no vídeo abaixo e saiba mais sobre o “segredo” que está mudando o mercado editorial no Brasil. Esse vídeo é uma reportagem exibida no Jornal da Band no dia 17 de julho de 2010:

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Cyberbullying – Fenômeno virtual que atinge a vida real


•	De acordo com a ONG Safernet, de defesa dos direitos humanos na internet, o cyberbullying é causa de preocupação para 16% dos jovens brasileiros

• De acordo com a ONG Safernet, de defesa dos direitos humanos na internet, o cyberbullying é causa de preocupação para 16% dos jovens brasileiros

Jornalismo Freelance apresenta uma entrevista sobre cyberbullying com o advogado e diretor da Consultoria Gestão.Adv.Br, Gustavo Rocha.

As perguntas para essa entrevista foram elaboradas pelo autor desse blog, o estudante de jornalismo da UniSant’Anna, Naldo Gomes, em colaboração com a, também, estudante de jornalismo da UniSant’Anna, Elisabete Aguiar. Essa entrevista é parte da aula de “Edição”, da professora Cláudia Costa e completa a reportagem “Cyberbullying – Fenômeno virtual que afeta a vida real” a ser publicada no jornal “A Pauta é Nossa” do curso de Jornalismo da UniSant’Anna.

Cyberbullying é uma prática que tem se tornado comum. Situações em que modernas tecnologias da comunicação como celulares e internet são utilizadas para práticas de humilhação do próximo têm ocorrido no mundo inteiro.

Elisabete e Naldo: Sempre existiram brincadeiras do tipo “tiração de sarro”, antes mesmo do     surgimento da internet. E a partir de uma determinada época essas brincadeiras foram se intensificando, se tornando uma forma de humilhação a algumas pessoas. Você acha que a facilidade de acesso a rede pode ter contribuído para o aumento e intensidade desta prática?

Gustavo Rocha: O fato é que estamos cada vez mais conectados. Estamos numa era em que estamos ao mesmo tempo próximos e distantes. Próximos pela facilidade do contato. Distantes, pois não nos importamos com o próximo e nos preocupamos apenas conosco. O bullying é uma forma negativa de expressão humana. É uma forma de ridicularizar, ofender, em alguns casos amedrontar outra pessoa de forma anônima ou aberta. Ou seja, somente tomamos este tipo de atitude quando estamos sem mais argumentos racionais para agir.

Socialmente temos uma educação mais preocupada com o retorno financeiro do que o desenvolvimento pessoal do aluno, o que proporciona uma reação social natural: Os alunos de hoje são os homens do amanhã.

Afirmar que as redes sociais são as responsáveis, não concordo. Elas são o meio atual. Mas o autor do cyberbullying somente o faz porque não tem elementos de maturidade, afirmação e razão para agir de outra maneira.

E&N: Na sua opinião, o surgimento de programas de TV como o “Pânico”, que fazem brincadeiras que costumam vexar as pessoas, podem incentivar o cyberbullying?

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Concurso Profissão Blogueiro


Esse post é um tutorial onde ensino como inserir suas fotografias no Mapa do Flickr e ao mesmo tempo garanto a minha participação no Concurso Profissão Blogueiro da Lenovo.

Explico: Primeiro o tutorial.

Muito bem. Vamos supor que você sempre quis postar suas fotografias no Mapa do Flickr, mas nunca teve tempo nem saco para saber como é que funciona a ferramenta. Siga os passos abaixo e faça isso de maneira bem simples:

1. Depois de logar, clique no botão “Organizar”, passe o mouse sobre a lista e pressione o último ítem, denominado “Mapa”, como indica a seta abaixo:

 

2. A seguir – no canto superior direito – digite o local onde você tirou as fotografias e pressione o botão “Ir”. Algumas vezes o buscador não encontra o endereço e se isso acontecer, tente procurar por algo mais amplo, como por exemplo, o nome do bairro. Depois use os controles de zoom à direita e procure pelo local exato:

3. Quando encontrar o endereço exato, vá até o arquivo indicado pela seta número 1, abaixo. Clique com o botão direito do mouse e arraste a fotografia correspondente até o local onde você a tirou, no mapa – indicado na figura pela seta número 2 – e solte o botão do mouse. Pronto! Arraste quantas fotos quiser e repita o processo para outros locais:

Meus parabéns! Agora as suas fotografias estão na “Nuvem” e você poderá vê-las de qualquer parte do mundo – com algumas excessões, é claro – sem precisar carregá-las num pendrive. Não é uma maravilha?

Agora sim, o concurso:

Este post está participando do Concurso Profissão Blogueiro, que vai premiar três blogueiros com netbook e kit completo para quem quer ter um blog de sucesso. Acesse: www.ideiasnoar.com.br/profissaoblogueiro.

 

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